São objetivos da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva:
*Oferecer o AEE.
*Garantir o acesso de todos os alunos ao ensino regular (com
participação, aprendizagem e continuidade nos níveis mais elevados de
ensino). Portanto de alguma forma um se difere do outro. O AEE é um
serviço complementar ou Suplementar ao Ensino Regular que não o
substitui, nem tão pouco é um reforço do mesmo. Ambos professores devem
estar cientes destas questões para que tais processos possam ser
concretizados da melhor forma possível.
sábado, 8 de junho de 2013
APRENDER - ENSINAR
Há tempos que a questão da aprendizagem é alvo de diversas conceituações.
Na Idade Média entendia-se o “aprender” como: fixar na memória ou conhecer.
Hoje muitas outras idéias sobre aprendizagem têm sido expressas em definições. Porém para fundamentação teórica destas questões eu me volto às linhas de pensamento do estudioso Piaget que defende o aprender como algo que não se reduz à memorização, mas sim ao raciocínio lógico, compreensão e reflexão.
Quem aprende não é apenas objeto da ação daquele que ensina, mas sujeito ativo dos processos de conhecer. Para ele o aprendizado é individual. Será construído na cabeça do sujeito a partir das estruturas mentais que ele possui e o professor assume o papel apenas de instigador e provocador, mantendo o clima de cooperação. As conseqüências serão à descentralização, à socialização, à construção de um conhecimento racional e dinâmico dos alunos, que por sua vez não possuem um só ritmo de aprendizagem. Deste modo o professor, mediante esta tarefa desafiadora, precisa considerar estas questões em sua prática pedagógica afim de que todos possam, conforme seus ritmos individuais, apreender o conhecimento.
Na Idade Média entendia-se o “aprender” como: fixar na memória ou conhecer.
Hoje muitas outras idéias sobre aprendizagem têm sido expressas em definições. Porém para fundamentação teórica destas questões eu me volto às linhas de pensamento do estudioso Piaget que defende o aprender como algo que não se reduz à memorização, mas sim ao raciocínio lógico, compreensão e reflexão.
Quem aprende não é apenas objeto da ação daquele que ensina, mas sujeito ativo dos processos de conhecer. Para ele o aprendizado é individual. Será construído na cabeça do sujeito a partir das estruturas mentais que ele possui e o professor assume o papel apenas de instigador e provocador, mantendo o clima de cooperação. As conseqüências serão à descentralização, à socialização, à construção de um conhecimento racional e dinâmico dos alunos, que por sua vez não possuem um só ritmo de aprendizagem. Deste modo o professor, mediante esta tarefa desafiadora, precisa considerar estas questões em sua prática pedagógica afim de que todos possam, conforme seus ritmos individuais, apreender o conhecimento.
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