Há tempos que a questão da aprendizagem é alvo de diversas conceituações.
Na Idade Média entendia-se o “aprender” como: fixar na memória ou conhecer.
Hoje muitas outras idéias sobre aprendizagem têm sido expressas em
definições. Porém para fundamentação teórica destas questões eu me volto
às linhas de pensamento do estudioso Piaget que defende o aprender como
algo que não se reduz à memorização, mas sim ao raciocínio lógico,
compreensão e reflexão.
Quem aprende não é apenas objeto da ação daquele que ensina, mas
sujeito ativo dos processos de conhecer. Para ele o aprendizado é
individual. Será construído na cabeça do sujeito a partir das estruturas
mentais que ele possui e o professor assume o papel apenas de
instigador e provocador, mantendo o clima de cooperação. As
conseqüências serão à descentralização, à socialização, à construção de
um conhecimento racional e dinâmico dos alunos, que por sua vez não
possuem um só ritmo de aprendizagem. Deste modo o professor, mediante
esta tarefa desafiadora, precisa considerar estas questões em sua
prática pedagógica afim de que todos possam, conforme seus ritmos
individuais, apreender o conhecimento.
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